Suicida-se unicamente, e sempre, quando está cercado por fogo.
Ah, o livre arbítrio!
A liberdade humana...
Que se daria
se fôssemos escravos da rígida disciplina
cromossomática daqueles insetos?

Espaço para pequenos relatos dos dramas, misérias e graça do cotidiano. Instantâneos do dia-a-dia que nunca lograram acontecer, mesmo que às vezes pareça o contrário... E, claro, poesia.
3 comentários:
Não sabia desta história do escorpião. Fico imaginando um trauma coletivo de toda uma espécie.
Ainda bem que há o livre arbítrio. Devemos ser escravos apenas da nossa consciência.
Um abraço,
Dimas
cromossômica mesmo é o instinto de viver.
Essa relação livre arbítrio versus instinto sempre me intrigou...
Felipe, e os suicidas? E o desejo de morte tão humano?
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